Até a tarde desta quinta-feira (14) foram soltos três dos 16 presos provisoriamente na terça-feira, na Operação Sutura, que investiga supostas fraudes com saúde pública em Itapema e Penha.

Trata-se de Anderson Bertoldi, dono de restaurante, liberado após ser ouvido pelas autoridades; Marina de Elisa Philippi e Jéssica da Silva.

Hoje à tarde estavam previstos os depoimentos das mulheres detidas. Outros homens, incluindo agentes políticos, serão ouvidos posteriormente.

O mandado de prisão incluía 16 nomes, mas a reportagem não conseguiu apurar se todos foram detidos.

A prisão temporária encerra no domingo e eventualmente a critério do juiz pode ser transformada em preventiva, o que implica em prorrogação da detenção.

Foi emitido mandado de prisão temporária contra as seguintes pessoas:
– Nilson Santiago Moya, (Instituto Adonhiran, apontado pelas autoridades como cabeça da organização criminosa);

– Maria Cândida Ramos Virgílio, (esposa de Nilson);

– Jéssica Ramos Vergílio Moya, (filha de Nilson);

– Roberto Petry da Luz, (Lamaro Laboratório de Análises Clínicas Ltda);

– Marina de Elisa Philippi, (Lamaro Laboratório de Análises Clínicas Ltda);

– Richard da Silva Choseki, (Instituto Vida);

– Marcelo Henrique Rovaris, (Rovaris e Mazzeto Serviços Médicos e Odontológicos Ltda);

– Anderson Bertoldi, (Restaurante Bertoldi);

– Vanessa Guazi Gonzaga;

– Jéssica da Silva, (Centro Médico Coper Vida Ltda. e Instituto Adonhiran);

– Moacir de Freitas Toledo (Centro Médico Coper Vida Ltda.)

– Evandro Eredes dos Navegantes, (ex-prefeito de Penha);

– Cleiby Darossi, (ex-secretário da saúde de Navegantes);

– Daniele Schweger Souza Lunge, (ex-funcionária da prefeitura de Penha);

– Rafael Murilo Celestino, (ex-controlador interno da prefeitura de Navegantes);

– Luciana de Carvalho Fonseca Amaro, (ex-controladora da prefeitura de Navegantes).

Fonte: Pagina 3

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